Um filme dirigido por Murilo Salles com Leandra Leal.
Baseado na obra de Clarah Averbuck.

Hoje começa mais uma semana. Só cinema mesmo, pra começar semana na sexta-feira, mas é assim que é. E todas as dietas que a gente marca pra começar nas segundas-feiras, todas as mudanças que a gente promete pro ano-novo, todos os acontecimentos que a gente espera pra nossa próxima idade, assim é cada sexta-feira pra um filme que está em cartaz.

A primeira sexta é sempre a fundamental, claro, como o dia do parto. Sem ela não tem nada, e o seu sucesso ajuda a determinar o que vem pela frente. Daí vem a segunda sexta, marcante, aguardadíssima, porque traz à tona o resultado da primeira e fortalece o filme.

Pois hoje começa a nossa terceira. Aquela que é meio como o filho do meio: nem o primogênito nem o caçula, a terceira semana é quando o filme já está firme nas suas pernas, o boca-a-boca teve tempo de construir a reputação, novas salas de novas cidades entram no circuito, e quando tudo isso rola sem que o filme perca espaço onde já estava é pra se comemorar mesmo.

Tudo isso não quer dizer que a gente pare de fazer a nossa mágica, de espalhar ainda mais por aí que "Nome Próprio" está em cartaz, e o filme bacana que ele é, e como essa semana é fundamental pra definir a próxima, nossa quarta semana, a entrada no primeiro mês, eta coisa boa!

5 comentários:

Filhas da Pagu disse...

E para começar a semana, hoje, enfim, eu vou!
Usiminas Belas Artes
Algo em comum com Camila.
Será? Vamos ver...
Quero trilha sonora no meu blog tb.Como?
Adorei!
Bjs
Karol Felicio

Nome Próprio disse...

Uma boa semana com nome próprio para vc Karol. Veja e depois volte para nos dizer o que sentiu, como o filme bateu.

jose fernandes disse...

Equipe Nome Próprio, ante o vai-e-vem sobre se o que eu escrevi é uma crítica ou opinião a respeito do filme, digo que não quis de forma nenhuma dar O veredicto final. Mas obrigado pelos lembretes tirados dos manuais de filosofia.

Não fiquei irritado com o filme. Acredito que todo o cinema do mundo deve produzir filmes bons e outros tipos de filmes. É assim algo mesmo de altos e baixos. Só fiquei e ainda estou impressionado é com essa homogeneidade (ou essa “movimentação”) quase devota em promover esse filme. Para esse blog que recebe comentários, dou apenas uma opinião. Para quem se excita e/ou se aproveita de um nicho para produzir números, como se estatística fosse capaz de desmentir a qualidade de um filme, fica o meu lamento.

Acho que não é rasgando elogios e omitindo impressões que contribuímos com algo. Não acho engraçado o sofrimento de quem trabalha para realizar seja lá o que for. O que achei cômico foi o voluntarismo inicial de pessoas em prol de um filme que poucos tinham assistido. Talvez, depois de assisti-lo pensem melhor em agir dessa forma. O filme ensina. E me ensinou também.

Eu estava e estou muito entusiasmado com o cinema nacional e internacional. Pois estão apresentando trabalhos que instigam, que prendem a atenção pela trama e qualidades diversas, que, quem gosta de cinema (gosto, não sou especialista), espera encontrar nesse tipo de entretenimento.

Eu não fui assistir ao NOME PROPRIO num cinema que eu nunca havia ido. “Ele deve não gostar de filmes alternativos”. Não podem dizer que “ele deveria ter ido assistir ao Batmam e comer pipoca”. Não é por aí. NOME PROPRIO está passando no mesmo cinema e único cinema que exibiu filmes como O CHEIRO DO RALO, O BAIXIO DAS BESTAS ou mesmo CAMA DE GATO, alguns de seus pares brasileiros que eu fui ver, assisti e não gostei, adorei. Filmes que também apresentam conteúdo cheio de “paixões, intensidade, complexidade, sexo etc” e , em geral, poucos recursos, mas que, novamente, na minha opinião, foram mais felizes ao trabalhar esses temas; e que mesmo tendo de lutar com “Batmem” em seus respectivos períodos, mostraram do que é capaz o cinema brasileiro hoje.

Flávia Durante disse...

sem stress, josé. valeu ao menos por ter vindo aqui e ter assinado embaixo do que falou, não é todo mundo que tem essa atitude.

assim como vc tem todo o direito de vir aqui criticar nós tb temos o direito de vestir a camisa de um trabalho em que a gente acredite.

jose fernandes braga disse...

Ok! Trabalho, isso não pode parar. Continuem. Desejo sinceramente.

Músicas de Camila