Um filme dirigido por Murilo Salles com Leandra Leal.
Baseado na obra de Clarah Averbuck.

Quem apresentar o canhoto do ingresso do filme hoje no Studio SP paga R$ 15,00 no ingresso sem precisar colocar o nome na lista (o normal é R$ 25,00). Hoje rola show do Ludov e discotecagem da Miss Má, que amou o filme! O Studio SP fica na Rua Augusta, 591.

10 comentários:

Violet Scott disse...

Rock them!

Embreaguez ! disse...

Acabei de chegar do cinema. Estou apaixonada pelo filme. Penso seriamente em ir vê-lo mais uma vez amanhã. Vocês arrebentaram ! Vi Murilo Salles dando entrevista aqui no Cine Belas Artes - BH, e fiquei encantadissima. Pena que não pude me aproximar... Mais uma vez, parabéns ! Beijos.

Rodrigo Luques disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Rodrigo Luques disse...

A espera do resultado da primeira prova... ansioso por boas novas...

paula barros disse...

Cheguei até esse blog pelo comentário e dica que Fabio Reoli fez no blog dele sobre o filme Nome Próprio, fiquei interessada pela história. Ainda não assisti o filme.

olavorocha@gmail.com disse...

Eu tenho nome e não me escondo. O sr. Murilo é um tubarão da reserva de mercado.

Anônimo disse...

Pela sonoplastia do filme e pela Leandra Leal... vou ver hoje mesmo. Fuiiiiiiiiii

anjobaldio disse...

Estou ansioso para ver o filme aqui em Salvador. Leio o blog da Clarah todos os dias. A trilha sonora é demais!

Nome Próprio disse...

Olavo Rocha,

vc é um cara engraçado! Tubarão da reserva de mercado por causa de um filme que estréia no Brasil inteiro com 13 cópias é no mínimo espirituoso! Se defender um espaço mais equânime para os filmes é ser tubarão, então sejamos tubarões brancos ou qualquer outro bicho ainda maior e mais agressivo e se não existe podemos até inventar. Essa questão não passa apenas por um critério econômico, de mercado e sim de gestão cultural. Se vc acha que isso nem sequer deve ser discutido, então meu amigo é vc o Tubarão do mercado!

Nome Próprio disse...

Olavo,

vou aproveitar e repetir aqui o que a Ana Sauwen escreveu num dos comentários de outro post. Nós assinamos embaixo do que ela escreveu!

Ana Sauwen disse...

Corajoso, contundente e real são as palavras que me vieram à cabeça depois de ler o artigo do Murilo no Segundo Caderno do O Globo de hoje. Também trabalho com cinema (sou produtora) e conheço bem todas as dificuldades de se produzir atualmente. É uma batalha insana para captar e depois para filmar e depois finalizar e, por último, lançar um filme. Entendo o comentário do Olavo, acima, mas o problema é que o mecanismo está todo errado! Deveríamos ter uma estrutura que possibilitasse o lucro nas bilheterias (pois, hoje em dia, a maioria esmagadora das produções nacionais dá prejuízo, pouquíssimos são os filmes que se pagam)e com esse lucro, o produtor pagaria suas eventuais dívidas e-ou faria um novo filme, sem a necessidade de dinheiro público. Mas, para tanto, é preciso aumentar o número de salas de exibição, baixar o preço do ingresso, fazer um trabalho sério de formação de público e criar um limite para a invasão estrangeira nas salas de cinema (enfim, o que Murilo escreveu). Essas ações, sim, devem ser patrocinadas pelo Governo. Isso é investimento em cultura e é também para este fim que os nossos impostos são pagos. A estrutura deve ser subsidiada pelo Governo, não as produções (mas, atualmente, é o único modo de produzir para muitos realizadores). O Ministério da Saúde deve construir hospitais, postos de saúde, promover campanhas de vacinação, etc e o Ministério da Cultura deve construir cinemas, teatros, escolas,etc. É claro que isso levaria alguns anos para começar a dar resultado, tudo tem que ser feito com muito critério, seriedade e empenho do Ministério da Cultura, mas deve-se começar já, pois do contrário, estaremos caminhando para o fim do nosso Cinema, tão plural e criativo. Neste esquema atual, onde há um número infinitamente maior de filmes do que de salas para escoar essas produções, serão sempre privilegiados os filmes que tiverem mais dinheiro, patrocínio, elenco de famosos e distribuidoras multinacionais para lançá-los e estes mesmos filmes serão vistos por cada vez menos pessoas. E, assim, muita coisa boa deixa de ser vista... vamos gritar e tentar sobreviver ao massacre!

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