Um filme dirigido por Murilo Salles com Leandra Leal.
Baseado na obra de Clarah Averbuck.

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Este é o segundo vídeo da série "O que vc não vai ver em Nome Próprio", com cenas inteiras que foram retiradas da edição final do filme. Essas cenas não estão no cinema, vc só confere aqui!

Esse era o nome do filme até praticamente o final da montagem. Murilo Salles demorou mais de um ano trabalhando na edição. Uma edição que no início possuía mais de 4h30min. Através dos cortes, da supressão de cenas inteiras e até de personagens, o filme foi ganhado identidade, deixando de ser apenas UMA história para adquirir um nome, um NOME PRÓPRIO.

Esse não foi um processo fácil. Muito material bom foi deixado para trás. E quando o material é bom não tem jeito, sempre fica aquela maldita pulga atrás da orelha. Coçando, perturbando e nos fazendo pensar: será que fizemos a coisa certa?

O que vc não vai ver em Nome Próprio # 1 – O Homem Sem Nome!


Agora que vocês já viram o filme, escrevam para a gente a história de vocês!

Toda mulher, ou quase toda, já teve um “Momento Camila”: um daqueles momentos em que o bom-senso desaparece, em que a educação vai pras cucuias, em que se faz simplesmente o que dá vontade, um daqueles momentos dos quais a gente não se orgulha, mas nunca mais esquece. Momentos também de coragens inesperadas, de superação, de olhar a vida de frente e sem medo, de bancar o que vier. Momento de transbordamento; vital e necessário para que a vida continue.

Portanto, deixem a vergonha de lado e tirem as cartas do armário, as histórias da memória, os sentimentos da entranha. Vamos inventar a nós mesmos que faz bem.

Poste aqui seu MOMENTO CAMILA!

Para encorajar as mais tímidas, Camila dá o exemplo:



Caras de Camila #1



Caras de Camila #2



Caras de Camila #3

“Quando você tira a roupa algo se revela. Você tem uma tatuagem de cicatriz!” Esse é o refrão da música "Nome Próprio" que o grupo mineiro Porcas Borboletas fez para o filme. Veja em primeira mão o clip que fizemos para a música, com direção de Murilo Salles e edição de Pedro Rossi e Gabriel Duran.


ULTIMO DIA do concruso!

É agora; amanhã não adianta mais. Vejam os trailers e votem! Em breve divulgaremos o resultado
.

Finalmente conseguimos decidir!

Em primeiro lugar, gostaríamos de dizer que nos surpreendeu a qualidade dos trailers enviados para o concurso. Ficou evidente a dedicação e o envolvimento das pessoas. Portanto, mais do que anunciar os vídeos selecionados, queremos agradecer a todos que enviaram seus vídeos, a todo o carinho demonstrado pelo concurso.

A seleção foi uma batalha. Uma batalha homérica.

Na verdade, não conseguimos decidir tanta coisa assim. Escolhemos 3 finalistas e vocês vão dar o voto de minerva!

Vejam com carinho os 3 vídeos selecionados e votem até sexta feira dia 11/07, aqui nos comentários deste post, no trailer que mais chamou atenção, que mais surpreendeu vocês.

Boa sorte aos três; que vença o mais sedutor!

ANONIMATO NÂO VALE! Para votar tem que mostrar a cara, ou no mínimo o nome!

Votem até sexta-feira - 11/07.


Philipe Grillo (edição de vídeo) e Léo Grijó (trilha sonora e soundesign)





Rodrigo Luques






Wotan

Em meio a balas, chicletes, paçoquinhas e outros quitutes, Nome Próprio.

Fizemos um teaser do filme específico para os ônibus e o metrô de São Paulo. E como o nosso blog também é um meio de transporte, de idéias, desejos, curiosidades, performances ...

Resolvemos postar também aqui esse vídeo para divertir a navegação de vocês.


A mão trêmula, o olhar fixo e outro cigarro. + outro, outro, uma bola, outro cigarro; uma bebida para relaxar.

Não. Não é um comercial junk de cigarro nem de bebida. É Camila tentando escrever.

Nome Próprio – remix de Lucas Bambozzi é uma série de vídeos em que o artista desenvolve um olhar pessoal sobre o filme. No primeiro, postado no dia 27/06, a compulsividade inerente ao set de cinema, no segundo e no terceiro a compulsividade inerente à Camila.






Lucas Bambozzi é artista multimídia, documentarista e ocasionalmente faz pesquisas e curadorias em mídias digitais. Trabalha em vários meios e suportes tendo construído um corpo consistente de obras em video, filme, instalações site-specific, intervenções em mídia, videos musicais e projetos interativos. Seus trabalhos vem sendo frequentemente premiados e exibidos em festivais e mostras em mais de 40 países

Junto com ruídos cotidianos de um set de filmagem, essa é a principal

"trilha sonora" do trailer que o artista plástico Lucas Bambozzi fez com o

material de bastidores do "Nome Próprio". A repetição, a aridez e por vezes a ação contida, são a perfeita tradução do fazer cinematográfico. O vídeo revela, em cerca de 1 minuto, a concentração da Leandra, a equipe super reduzida, o apartamento real em que as cenas se passam e o clima de intimidade que todos esses elementos juntos geram.

É um olho na fechadura do filme. Uma espiada consentida, mas nem por isso

menos reveladora.






Lucas Bambozzi é artista multimídia, documentarista e ocasionalmente faz pesquisas e curadorias em mídias digitais. Trabalha em vários meios e suportes tendo construído um corpo consistente de obras em video, filme, instalações site-specific, intervenções em mídia, videos musicais e projetos interativos. Seus trabalhos vem sendo frequentemente premiados e exibidos em festivais e mostras em mais de 40 países.

O que dá corpo ao corpo?

No caso de Camila, são suas palavras.

O corpo apodrece. Ossos e músculos são muito frágeis, não têm vigor! Não sustentam o pensamento, nem sequer uma única dúvida existencial.

Estamos postando o ultimo vídeo da série sobre o impulso criativo de Camila, que agora aborda o seu corpo. O seu corpo nu, nu de palavras. O corpo de Camila nos momentos em que ela está mais vulnerável, indefesa. Nos longos e áridos momentos em que ela não está escrevendo.


O espaço que nos acolhe, nos sustenta, nos engloba. Que fere. O espaço de Camila.

O segundo vídeo da série sobre o impulso criativo de Camila trata do espaço. Não do espaço cotidiano no qual vivemos sem nem perceber, mas no espaço criado, construído, esvaziado e novamente preenchido. Do espaço que criamos para nós mesmos. Ao olharmos para o espaço tomamos consciência da nossa liberdade. Do ato mais radical de liberdade, a sua recusa.


Esse é o mundo de Camila. Nele ela se inscreve. Escreve. Uma escrita cunhada pela vida, por sua vida. Uma escrita das paredes, do chão, dos seus poros.

Camila vai até o fundo, até não ter quase nada. Só, ela pode criar o tempo, ouvir seu corpo, estar presente. Não são as frases que precisam ser criadas. Camila precisa ser criada. Recriada a cada tombo, a cada beijo, a cada nova musica. Na escrita ela é.

Começamos agora uma nova série sobre Camila, ou melhor, sobre o seu tempo, corpo e espaço. Sobre aquilo que faz dela o que ela é: uma escritora.

Primeiro e antes de mais nada,

O Tempo.




A Camila de "Nome Próprio" tem origem na Camila da Clarah, que nasce da
Camila do Fante. Daniel não sabe nada disso, afinal ele está dentro do
filme. Mas ele sabe muito bem que a Camila dele, a mulher que ele deseja,
é leitora de John Fante, e adora "Pergunte ao Pó", o incrível livro que
narra as aventuras de Arturo Bandini tentando virar um escritor e a sua
história de amor e ódio por Camilla Lopez na Los Angeles dos anos 30.

Camila, a nossa, chama ele de pedante, mas é claro que adora. Ela que é
metade Camilla Lopez metade Bandini, vai fundo, como sempre, se apaixona
perdidamente e se abandona. A cantada literária vira um romance de cinema,
mas será que a vida real agüenta tanta intensidade?



Edith Piaf canta “Je ne regrette rien” e a Camila afunda ainda mais de
paixão pelo Henri. Ele é fotógrafo, ele é francês, ele é lindo e deixaria
qualquer mulher louca. Mas a Camila é um pouco mais. Ela fica louca por
ele e de loucura se perde dele, perde ele. A Camila é um pouco demais. Ela
sabe disso, mas nem por isso sofre menos. E talvez, diferente da Piaf, ela
tenha sim os seus arrependimentos...



Começamos a postar a partir de hoje a série “Os caras de Camila”. São vídeos feitos especialmente pro Blog reunindo os melhores momentos dos 'caras' da Camila.

Camila é intensa, ácida, irônica e rock and roll até a última gota de sangue. E claro que uma moça assim tinha que ter muitos moços no caminho, até porque ela é do tipo que perde a amiga mas não a possibilidade de um novo amor. Ela não abre mão de experimentar os limites.

A gente estréia com Márcio, aquele amigo solidário que a Camila provoca de um jeito quase irresistível e que adoraria mudar de status mas acaba sempre se machucando nas confusões dela...




A gente já falou um pouco sobre as referências literárias de “Nome
Próprio”, os caminhos da construção da história através dos tratamentos de
roteiro, e agora chegou a hora de entrar na construção visual do filme.
Afinal de contas, um filme não é feito só de palavras, mas principalmente
de imagens. Nosso diretor de arte, Pedro Paulo de Souza que concebeu a cara de “Nome Próprio”, montou um teaser com fotos e imagens usadas nas referências desse processo, e editou com uma trilha sonora inusitada o Luar do Sertão, cantada pela Marlene Dietriche.

Fechando a série “As caras de Camila”, mais uma faceta da nossa
personagem. Aqui se revela o seu humor muito particular, a sua ironia
ácida, as situações que fazem ela rir sozinha, as que fazem a gente rir
dela, e aquelas em que rimos todos, personagem e espectadores, separados
só pelo escuro da sala de cinema. Ou nesse caso, a luz da tela do
computador.



Taí o segundo vídeo da série "As Caras de Camila".

Esse é mais musical, mais radical, mais alcóolico... Mais rock & roll.



Músicas de Camila